Na última sexta-feira (01) as centrais sindicais CUT, Força, UGT, NCST e CSB por meio de um telefonema, desmarcaram a Greve Geral do dia 5 de dezembro. Estas organizações alegaram que o adiamento da votação do desmonte da previdência no congresso nacional foi o motivo do cancelamento das greves e mobilizações, o que é um erro histórico que só beneficia Michel Temer e seus aliados banqueiros.
O congresso brasileiro tem como característica realizar votação na calada da noite, sem que a população fique ciente das pautas, frear as mobilizações e greves é fatal e coloca em jogo a aposentadoria de uma geração. Enquanto algumas centrais recuam, o governo federal mantém ofensivo nas propagandas manipuladoras tentando convencer que a reforma é boa e necessária e negocia votos por meio de reuniões secretas com deputados que estão indecisos sobre o projeto.
O congresso brasileiro tem como característica realizar votação na calada da noite, sem que a população fique ciente das pautas, frear as mobilizações e greves é fatal e coloca em jogo a aposentadoria de uma geração. Enquanto algumas centrais recuam, o governo federal mantém ofensivo nas propagandas manipuladoras tentando convencer que a reforma é boa e necessária e negocia votos por meio de reuniões secretas com deputados que estão indecisos sobre o projeto.
É preciso construir uma alternativa de lutas sem depender de movimentos que não estão preocupados com os trabalhadores. Não é a primeira vez que houve sabotagem por parte de alguns setores do sindicalismo, a última greve do dia 30 de abril, Força Sindical e UGT abandonaram a luta após negociar pessoalmente com Michel Temer. Seguindo caminhos parecidos, a CUT e CTB não intensificaram as lutas e recuaram algumas categorias um dia antes da greve.
Na contra-mão da CUT e cia, a CSP-Conlutas e a Intersindical mantêm sua base mobilizada. O Brasil precisa parar e colocar para fora Temer e suas reformas. É preciso construir uma Greve Geral e ocupar Brasília, sem tréguas ao governo Temer.

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