segunda-feira, 21 de maio de 2018

Família Real: simpáticos ao nazismo e sanguessugas dos trabalhadores

Sábado (19/05) casou-se o "príncipe" nazista de uma família de parasitas, que há séculos vive às custas do sangue e suor dos trabalhadores britânicos e de explorações mundo afora. A noiva, é a atriz estadunidense, Meghan Markle, a "feminista" pra inglês ver (literalmente). De forma geral, a mídia tradicional, tentou passar uma imagem positiva da "realeza" britânica, mostrando uma suposta modernização, e uma nova era progressista dos sanguessugas. 

Os parasitas reais, que nunca trabalharam e nunca produziram, se consideram uma "casta superior", "escolhidos por Deus" com um "sangue azul" que distingue dos demais "mortais". Além desse histórico, a simpatia pelo nazismo também foi algo presente na realeza, em 2005, o príncipe Harry, se fantasiou de nazista, e foi fotografado e estampado no jornal inglês The Sun com a manchete: "Harry, o nazista". Na ocasião, mais de 3 milhões de exemplares foram vendidos, o ocorrido, obrigou um pedido de desculpas oficiais da família: “O Príncipe Harry se desculpou por qualquer ofensa ou constrangimento que ele possa ter causado. Ele reconhece que foi uma escolha infeliz de fantasia”. Mesmo pedindo desculpas, mais tarde demonstrou que seu desprezo por aqueles que não têm “sangue azul” é real: insultou um colega asiático com comentários racistas.

Harry The Nazi - Capa do Jornal The Sun em 2005

A simpatia ao nazismo, não é novidade em sua linhagem, sua avó, a rainha Elizabeth II e seu avô Philip, também já expressaram apoio ao fascismo. 

Foto de 1933, Elizabeth II ao centro
O casamento real entre Harry e atriz negra Meghan Markle é um marketing racial e esconde o histórico de simpatias ao nazismo desta família, para ganhar simpatia da população, em meio diante do desmoronamento da monarquia britânica.

Cair na mentira de que o casamento da "plebeia" é um empoderamento negro e feminino, é um erro. Infelizmente, nossa imprensa, mostra o lado festivo do imperialismo, que massacra os países pobres, latinos e africanos ao longo da história com suas explorações e roubos de riquezas nas regiões do chamado terceiro mundo.

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